quarta-feira, 22 de julho de 2009

Homofobia será crime na Paraiba

Foto do Governador José Maranhão GOVERNADOR JOSÉ MARANHÃO CRIOU O CARGO DE DELEGADO ESPECÍFICO PARA CRIMES HOMOFÓBICOS NA PARAÍBA O Governador José Maranhão sancionou na ultima sexta feira o decreto de lei que cria os cargos de Delegados Titular e Chefe de Cartório para a Delegacia Especializada em Crimes Homofóbicos na Paraíba. Esta inciativa é um marco para a luta dos que lutam que causa pois hoje podemos dizer que temos um representante jurídico e específico. MEDIDA PROVISÓRIA Nº. 129 DE 16 DE JULHO DE 2009 Dispõe sobre a criação dos Cargos de Delegado Titular e de Chefe de Cartório da Delegacia Especializada de Crimes Homofóbicos da Capital, alterando o anexo II, da lei n° 8.186/ 2007 e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso das atribuições legais, nos termos do artigo 63, § 3º, da Constituição Estadual, adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei: Art. 1º Ficam criados os Cargos de Delegado Titular e de Chefe de Cartório da Delegacia Especializada de Crimes Homofóbicos da Capital. Parágrafo Único. Os cargos referidos no caput deste artigo passam a integrar o Anexo IV.11 da Lei nº 8.186/2007 e acrescidos ao anexo II, da mesma Lei, relativamente aos "serviços de segurança pública". Art. 2º Esta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º Revogam-se as disposições em contrário. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DA PARAIBA, em João Pessoa, 16 de julho de 2009; 121° da Proclamação da República. MEDIDA PROVISÓRIA JOSE TARGINO MARANHÃO > > GOVERNADOR

Ponha na agenda

Esta foto é uma homenagem a Igreja metropolitana.

Fani revela que é bissexual

ntre eles e elas Fani revela que é bissexual Que Fani é uma apaixonada por sexo nunca foi mistério para ninguém. Mas o que a menina de Nova Iguaçu conta em seu livro, “Diário secreto de uma ex-BBB” — que será lançado na próxima terça-feira, no restaurante Faenza, na Barra — vai um pouco mais além. A loura de 27 anos revela que é bissexual, para a surpresa de muita gente. Quando perguntada sobre o assunto, no entanto, ela foge e faz sua propaganda. — Prefiro não falar sobre isso antes do lançamento. Deixa as pessoas lerem o que está no livro — diz Fani, que explica o que o leitor vai encontrar: — São coisas que eu passei antes, durante e depois do “Big Brother 7”. Dividido em duas partes, uma para menores e outra para maiores de 18 anos, o livro toca em temas vistos como tabu para muitas mulheres, como a masturbação. Na publicação, Fani deixa bem claro que sempre foi adepta da prática. A única exceção foi o período no “BBB”: Veja fotogaleria com imagens do livro e da trajetória da ex-BBB — Na casa eu não tive um orgasmo. Ficava com vergonha de me masturbar e a câmera pegar alguma coisa. Sobre sua primeira relação sexual, a loura conta que foi com 15 anos, com um namorado dez anos mais velho. O problema é que, uma semana depois, ele morreu num acidente de moto: — Só transamos esta vez. Com a morte dele eu fiquei tão traumatizada que só fui transar de novo com 17 anos. O ator Marcello Novaes também não foi esquecido. — Nós ficamos um ano juntos. Eu sei que eu namorei ele. Se ele me namorou eu não sei — diz Fani, que ainda falou sobre a dificuldade de ser filha de uma esquizofrênica: — Até meus 14 anos eu não gostava da minha mãe. Depois passei a compreender a doença. Já para os fãs do “BBB”, ela lembra as perguntas que teve que responder para entrar no programa: — Perguntaram se eu já tinha feito sexo com mais de um homem. A resposta? Não! Isso ela ainda não fez... Comentário; Engraçado que agora tudo mundo quer ser bissexual. Me lembro que na época em que esta moça ganhou o BBB a coordenação da parada gay de Nova Iguaçu a convidou para ser a madrinha do evento e como não tínhamos cachê a empresária dela inventou um monte de pretexto. Para mim tanto fazse ela é bi, é lésbica, travesti etc. Agora é a nossa vez de dizer que não nos importamos com ela.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Saiba o que fazer se for difamado na internet

Caso voce seja vitima de fraude, de perseguição e difamação na internet entre em contato com estes sites e faça a denúcia. DENUNCIAS: Central Nacional de Denúncias: Safernet http://www.safernet.org.br/twiki/bin/view/SaferNet/WebHome Polícia Federal: http://www.dpf.gov.br Min. Público de SP: http://www.mp.rj.gov.br DENUNCIAS: Central Nacional de Denúncias: Safernet http://www.safernet.org.br/twiki/bin/view/SaferNet/WebHome

Homenagem a Raul Seixas

Tente Outra Vez Raul Seixas Composição: Raul Seixas / Marcelo Motta / Paulo Coelho Veja! Não diga que a canção Está perdida Tenha em fé em Deus Tenha fé na vida Tente outra vez!... Beba! (Beba!) Pois a água viva Ainda tá na fonte (Tente outra vez!) Você tem dois pés Para cruzar a ponte Nada acabou! Não! Não! Não!... Oh! Oh! Oh! Oh! Tente! Levante sua mão sedenta E recomece a andar Não pense Que a cabeça agüenta Se você parar Não! Não! Não! Não! Não! Não!... Há uma voz que canta Uma voz que dança Uma voz que gira (Gira!) Bailando no ar Uh! Uh! Uh!... Queira! (Queira!) Basta ser sincero E desejar profundo Você será capaz De sacudir o mundo Vai! Tente outra vez! Humrum!... Tente! (Tente!) E não diga Que a vitória está perdida Se é de batalhas Que se vive a vida Han! Tente outra vez!...

Repúdio à intolerância: perseguição a PM gay gera protesto

Repúdio à intolerância: perseguição a PM gay gera protesto Alexandre Lyrio | Redação CORREIO | Foto: Antonio Queirós As denúncias feitas ao CORREIO pelo tenente PM Ícaro Ceita do Nascimento, homossexual que se diz vítima de perseguições dentro da corporação, deram origem a uma série de manifestações de repúdio de associações de policiais e grupos GLBTs. Acusado de deserção e de atirar em um colega de farda por disputar com ele o amor de um soldado, Ceita foi preso duas vezes e teve contra si um polêmico pedido de exoneração da PM em parecer do 1º promotor de justiça militar, Luiz Augusto Santana, enviado ao ex-comandante geral da corporação. No documento, o promotor considera que a carreira militar e a homossexualidade são 'antagônicas'. Mott: 'Acredito em algo orquestrando contra ele' Luiz Augusto Santana chega a dizer que Ícaro está 'afetado por problemas psicológicos porque se viu separado do seu companheiro'. E argumenta: 'No militarismo (...) dormimos em ranchos coletivos, comemos em ranchos coletivos, usamos vasos sanitários separados exclusivamente por boxe, e por isso não sei qual seria a reação de um homossexual nesse meio'. O fundador e diretor do Grupo Gay da Bahia (GGB), o antropólogo Luiz Mott, diz que as perseguições sofridas por Ícaro não lhe surpreendem, principalmente em se tratando de uma instituição que ele considera predominantemente machista. Ícato se destacou na carreira 'Esse argumento do promotor é bem típico. Se Ícaro atirou em um colega de farda, já seria motivo para excluí-lo, mas, a partir do momento em que se questiona sua homossexualidade, aí eu já acredito em algo orquestrado contra ele'. O presidente da Associação Nacional de Praças, Policias e Bombeiros Militares (Anaspra), Marco Prisco, garante que existem muitos PMs gays, mas eles têm medo de assumir a homossexualidade. 'Essa perseguição não é novidade. Parabéns a Ícaro por ter tido essa coragem'. Autor da ação que resultou na liminar favorável ao tenente, e que impediu a sua segunda prisão, o advogado da Associação dos Oficiais da Polícia Militar, Sérgio Reis, ficou perplexo ao ler o parecer do promotor Luiz Augusto de Santana. Ele lembra que o fato de um policial militar se declarar homossexual não contraria a legislação. Quanto ao confronto que o oficial estabeleceu com a corporação, ao, publicamente, se declarar homossexual, Reis alerta: 'É uma briga do rochedo com o mar'. Ceita é ‘peixe fora d‘água’, diz promotor Ao mesmo tempo que nega alimentar qualquer tipo de homofobia, o 1º promotor de justiça militar do MPE, Luiz Augusto Santana, reafirma sua posição contra a permanência do tenente Ícaro Ceita do Nascimento nos quadros da Polícia Militar. Para tanto, o promotor recorre ao Código Penal Militar, de 1969, e utiliza um termo considerado arcaico por muitos penalistas para justificar sua posição: 'Pederastia é crime previsto na legislação militar. Ícaro é um peixe fora d’água'. Luiz Augusto Santana avisa que vai continuar lutando para que o processo de deserção do PM culmine na sua expulsão. 'Para a missão a que se propõe, Ícaro não serve. Ele poderia ser juiz, promotor, jornalista, mas não serve pra ser militar', decreta. Desconfortável com documento, PM vai analisar o caso Apesar de o texto do promotor da Justiça Militar constranger o comando da PM, a assessoria de comunicação diz que o tratamento dado a ele, tido como desertor, é o mesmo que outros militares já sofreram. Mas, diante do atestado médico apresentado pelo oficial, que comprova seu estado de depressão, há a promessa de averiguar o fato. Tenente comandou a segurança na região de Belmonte Se o promotor Luiz Augusto Santana não considera o tenente Ícaro suficientemente 'homem' para a sua profissão, não é exatamente isso que atestam comunidades próximas a Porto Seguro, onde o oficial já foi lotado. O tenente chegou a ter prestígio na região. Foi enviado para a cidade de Belmonte para comandar a 3ª CIPM, também responsável pela segurança da turística Arraiá d’Ajuda. 'Ícaro sempre foi um profissional decente e competente, tendo contribuído para reduzir a criminalidade local', afirma a presidente do Conselho de Segurança Comunitária de Belmonte, Natacha Vitulo. Luiz Mott, fundador do GGB, ilustra: 'Alexandre Magno, o maior general da antiguidade, era homossexual, e suas vitórias não foram pela retaguarda, mas através de sua bravura como guerreiro militar'. Você é contra ou a favor de homossexuais nas organizações militares?

Homofobia na PM baiana: tenente gay sofre perseguição

bahia |12.10.2008 - 15h31 Homofobia na PM baiana: tenente gay sofre perseguição Alexandre Lyrio e Jaciara Santos | Redação CORREIO Em menos de dois anos, o tenente PM Ícaro Ceita do Nascimento foi preso duas vezes, teve contra si um pedido de exclusão da corporação pela Promotoria de Justiça Militar e experimentou dois cortes de salário. Seu crime? Ser homossexual. Alvo de perseguições, Ceita denuncia ter sofrido muitas outras represálias dentro da PM baiana desde que assumiu a homossexualidade. Atualmente lotado na 43ª CIPM, em Itamaraju, o tenente decidiu trazer a público sua trajetória repleta de histórias de homofobia, transferências forçadas de unidades e diversas outras retaliações. As perseguições ao tenente Ceita teriam se iniciado quando ele tentou criar um núcleo de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros (GLBT) na PM. Ícaro diz que sofre desde que assumiu ser gay, há dois anos (Foto: Angeluci Figueiredo/ CORREIO) A partir daí, passou a ser alvo de piadas de mau gosto, gracejos e palavras depreciativas. Transferido para o 8º BPM, em Porto Seguro, depois da formatura, em2005, Ceita diz ter sido perseguido pelo comandante da unidade. O coronel Carlos Maurício o acusava de promover festas gays, de acumular dívidas na cidade e de ter atirado num colega de farda por causa de um soldado. Ao CORREIO, o coronel não teve o menor pudor em confirmar as acusações. 'Ele estava manchando a imagem da polícia em Porto Seguro. Disputava o amor de um soldado com outro tenente', garante. Ceita diz que é vítima dos 'devaneios homofóbicos' do coronel. 'Meu antigo namorado era artista plástico. Nunca me relacionei com ninguém da PM. O coronel inventou tudo isso para me tirar de lá. Não queria um oficial gay dentro do quartel', rebate. Transferido para a 18ª CIPM de Periperi, em Salvador, os episódios de homofobia se tornaram ainda mais explícitos. Ícaro ficou doente. Com depressão atestada por um médico, deixou de se apresentar no quartel. O tenente apresentou diversos atestados emitidos pelo psiquiatra que o acompanhava. Apesar de o documento recomendar seu 'completo afastamento das atividades laborais até o restabelecimento total da sua saúde psíquica', não foi reconhecido pela junta da polícia. 'Fui também várias vezes fazer a avaliação com eles, mas nunca quiseram me atender', atesta. Acusado de deserção e de praticar atos libidinosos com um sargento no quartel, o tenente ficou preso entre os dias 13 e 28 de novembro de 2006 no Batalhão de Choque da PM, em Lauro de Freitas. Por ironia, ali conseguiu que reconhecessem sua doença. 'O próprio comandante da Choque disse que se tratava de um erro administrativo e mandou me soltar'. Mas, entre transferências para o 9º Batalhão de Vitória da Conquista e a 43ª CIPM de Itamaraju, o tenente voltaria a enfrentar outro processo por deserção. Chegou a ter o salário cortado por três meses e só conseguiu evitar uma segunda prisão por causa de uma liminar do juiz auditor militar auxiliar Paulo Roberto Santos de Oliveira. Enquanto segue na Justiça o processo de deserção, a última retaliação que Ícaro diz ter sofrido é mais um corte na folha de pagamentos da PM, por ter se candidatado ao cargo de vereador pelo PT, em Porto Seguro, para o qual não foi eleito. Nos dois meses de campanha, o tenente ficou sem receber salário. Ele disse que pretende dar entrada com mandado de segurança para reaver os meses de agosto e setembro. Preconceito oficial Nem o Código Penal Militar, de outubro de 1969, que ainda usa o termo 'pederastia', utiliza palavras tão duras quanto o parecer do 1º promotor de Justiça Militar, Luiz Augusto de Santana. Em texto polêmico, a que o CORREIO teve acesso com exclusividade, o promotor diz considerar a homossexualidade e a carreira militar 'antagônicas'. Para Luiz Santana, o problema é de convivência. 'Dormimos em alojamentos coletivos, comemos em ranchos coletivos, tomamos banho de forma coletiva, e não sei quais reações teria um homossexual no meio de pessoas do mesmo sexo despidas', escreveu em ofício emitido em 9 de junho passado. O promotor chegou a pedir ao ex-comandante geral da PM, Antônio Jorge Ribeiro de Santana, a exoneração de Ícaro do serviço ativo da corporação. Luiz Santana não só confirma o conteúdo do documento como o reitera. 'Tal oficial não serve para a missão. Ícaro é um peixe fora d’água na vida militar'. O Grupo Gay da Bahia rechaçou o ofício. 'É triste saber que existem pessoas como esta no MP. O que sei é que ele é um excelente policial e muito inteligente', diz o presidente Marcelo Cerqueira. (Reportagem publicada na edição de 12/10/2008 do jornal CORREIO)

terça-feira, 7 de julho de 2009

Adiado julgamento da Chacina da Baixada, I

Adiado Julgamento da Chacina da baixada

diado julgamento da Chacina da Baixada No ultimo dia 29 de junho deveria ocorrer o julgamento dos últimos três acusados da Chacina da Baixada, que no dia 31 de março que vitimou 29 pessoas em Nova Iguaçu e Queimados. O novo julgamento foi remarcado para o dia 14 de setembro. Os últimos acusados de participação na Chacina que restam a serem julgados, Júlio César Amaral de Paula, Marcos Siqueira Costa - que responderão por homicídio, encontram-se presos no Batalhão Especial Prisional (BEP). Ivonei de Souza, acusado por formação de quadrilha, encontra-se em liberdade aguardando o julgamento. Segundo a Rede contra Violência, “os familiares das vítimas da chacina estão preocupados com o adiamento, já que isso dá tempo para os advogados dos policiais manobrarem, inclusive para conseguir a libertação dos réus, como já vem acontecendo em diversos outros casos de crimes cometidos por agentes do Estado no Rio de Janeiro”. O Centro de Direitos Humanos Dom Adriano Hipólito, da Diocese de Nova Iguaçu, divulgou nota reafirmando importância do acompanhamento da sociedade no caso. Importância reafirmada por Adriano Dias - membro da ComCausa que acompanha o caso desde o episodio- no programa Comunicando ComCausa, da rádio Baixada Fluminense: “è notório que a impunidade é que leva a repetição das tragédias. Este crime foi, pela brutalidade, pela motivação torpe, não somente um atentado as vidas das vitimas e de seus familiares, foi um atentado contra toda a sociedade, contra o Estado de Direito”. O adiamento foi pedido por um dos advogados dos réus, sob alegação de que outro advogado está com problemas de saúde. O julgamento foi remarcado para o dia 14 de setembro. Saiba mais sobre a chacina da Baixada, sobre o Reage Baixada e as manifestações de dois, três e quatro anos do episódio. - Igor Fernandez Veja mais em www.comcausa.org.br/chacinadabaixada ou www.comcausa.org.br/casosacompanhados | Opine sobre este assunto.

Não me obrigue a sofrer

Brasil “Não me obrigue a sofrer” Está prevista para acontecer até novembro a votação no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a autorização da interrupção voluntária de gravidez em casos de anencefalia fetal. A Anis – Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero está promovendo a campanha “Não me obrigue a sofrer”, de mobilização para a votação do STF. Veja abaixo o texto da campanha e o link para a petição. Assine e participe! NÃO ME OBRIGUE A SOFRER Campanha pelo direito à interrupção da gestação em caso de anencefalia A anencefalia é uma má-formação incompatível com a vida. No Brasil, as mulheres grávidas de fetos com anencefalia são obrigadas a manter a gestação para enterrar o feto, instantes após o parto. Quase todos os países democráticos do mundo autorizam a interrupção da gestação de um feto com anencefalia. O Supremo Tribunal Federal decidirá se as mulheres poderão interromper a gestação em caso de anencefalia. Nos dias 26, 27 e 28 de agosto ocorrerão as audiências públicas de instrução da Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental 54. O julgamento ocorrerá ainda em 2008. O pedido da ADPF 54 é pelo direito de evitar o sofrimento. Nenhuma mulher deve ser obrigada a interromper a gestação. Nenhuma mulher deve ser obrigada a manter a gestação de um feto que morrerá. Apóie esta causa. Clique aqui e assine a petição. Assista também ao vídeo da campanha no You Tube Assista ao documentário "Uma História Severina", de Debora Diniz e Eliane Brum, no Google Video Assista ao documentário "Quem são elas?", de Debora Diniz, no Google Video Saiba tudo sobre anencefalia. Faça o download do dossiê Anencefalia: o pensamento brasileiro em sua pluralidade no site da .Anis

Participe desta importante campanha

Brasil Pela aprovação do PL 122 Dados da Pesquisa "Política, Direitos, Violência e Homossexualidade" (CLAM/CESeC), realizada nas Paradas do Orgulho GLBT do Rio de Janeiro (2004), São Paulo (2005) e Recife (2006), mostram o quanto a homofobia está presente na sociedade brasileira: 61,5% dos entrevistados no Rio afirmaram já terem sido agredidos, 65,7% em São Paulo também já vivenciaram algum tipo de agressão e o mesmo aconteceu com 61,4% dos entrevistados na capital pernambucana. Declararam-se já terem sido discriminados 64,8% dos entrevistados no Rio, 72,1% em São Paulo e 70,8% em Recife. O Projeto de Lei 122/2006 (da chamada Lei da Homofobia) pode ser votado a qualquer momento. Se aprovada, a lei será peça fundamental na conquista da cidadania plena da comunidade LGBT. O presidente da ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transexuais), Toni Reis, sugere que as pessoas favoráveis ao Projeto liguem para o Disque PLC 122/2006 (ligação gratuita), para expressar opinião favorável à sua aprovação. O número é 0800 612 211. Por sua vez, O CLAM apóia o PL 122/2006 através da publicação de um manifesto elaborado por pesquisadores e ativistas e da coleta de assinaturas favoráveis ao projeto.

Gay é agredido por 10 skinherads

Obs. Esta foto é de um rapaz gay assassinado em 2006. Está posta apenas pára ilustração e sensibilização do tema. Na madrugada do último dia 27/06 mais um ataque homofóbico patrocinado por skinheads aconteceu na rua Augusta, em São Paulo. A vítima é o jovem estilista Hugo, 28, que estava com o seus amigos no Bar do Neto - próximo ao Clube Vegas - tomando cerveja. "Encontrei algumas amigas e depois fomos para outro bar", relembra. Minutos mais tarde, Hugo pegou o carro e, nesse momento, deparou-se com os carecas. "Eu estava na calçada, um deles disse que era para eu sair e ir pela rua", conta. O moço chegou a mudar de direção, mas não adiantou. "Eu nem vi da onde veio, de repente levei um chute no meio da cara", relata. Hugo foi agredido por cerca de dez pessoas e teve o seu nariz quebrado. "Eu vou tirar o gesso hoje", diz o rapaz, que revela ter sido pego de surpresa. "Minhas amigas viram que eles usavam coturno, boina e camiseta branca, mas eu não vi nada". Indignado, Hugo reclama da falta de segurança na rua Augusta. "Quando é para fazer batida da Lei Seca e para prender traficante, eles enchem a rua de polícia, fora isso, você quase não vê PM por lá", denuncia. Mas Hugo não pensa em deixar de frequentar uma das ruas mais badaladas de São Paulo. "Não vou ficar de bobeira na rua, só vou ficar dentro de bar ou boate", afirma. O rapaz disse à reportagem do site A Capa que não fez Boletim de Ocorrência. Se você também foi vítima de ataque homofóbico, procure a Decradi (Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância), que está localizada à rua Brigadeiro Tobias, 527, 3º andar, Luz. Mais informações: (11) 3311-3985 / delitosintolerancia@ig.com.br / dhpp@policiacivil.sp.gov.br.

Bispa Luterana causa escândalo

Eva, a bispa lésbica, causa escândalo na Suécia Eva, naturalmente. A primeira mulher. Bispa, lésbica, com um filho que brinca na sacristia, enquanto ela reza a missa. Eva Brunne cruza as pernas debaixo da túnica branca e fica séria. "As polêmicas eram previsíveis. Existem pastores que seguem os desenvolvimentos democráticos e que querem que a Igreja faça parte deles. Outros, ao invés, se opõem a eles". Levanta os ombros e joga uma das mãos para trás, como dizendo: homens atrasados, é preciso perdoá-los. Ela tem 55 anos, uma companheira mais jovem, Gunilla Linden, que há três anos deu a luz ao filho delas. Tudo normal, ou quase. Não fosse pelo fato de que essa sacerdotisa foi recém eleita "bispa" de Estocolmo. E também na progressista Suécia – onde o clero feminino existe há meio século – criou-se um escândalo que a Igreja luterana não consegue mais superar. Eva Brunne obteve 412 votos contra os 365 do principal concorrente, o reverendo Hans Ulfvebrand. Mas os seus adversários apresentaram seis recursos para invalidar a votação. A reportagem é de Anais Ginori, publicada no jornal La Repubblica, 01-07- 2009. A tradução é de Moisés Sbardelotto. Oficialmente, a guerra para o bispado de Estocolmo é combatida em torno a argumentos jurídicos e recontagens de votos. O verdadeiro objetivo, porém, é ela, o símbolo que representa. Recém eleita, concedeu entrevista à revista gay mais conhecida do país, QX, e ao homólogo francês Tetu. "Gunilla é pastora como eu, e acho que isso facilita a nossa relação", confessou. O casal foi registrado no cartório e "abençoado" pela Igreja. No outono [europeu] o Sínodo luterano será chamado a se pronunciar sobre a celebração de casamentos para gays e lésbicas. "Martinho Lutero nos ensinou que qualquer pessoa pode assumir uma posição de mérito na fé e na Bíblia", argumenta ela, respondendo aos que defendem que não há registros de casamentos entre pessoas do mesmo sexo nos textos antigos. O sacerdócio feminino foi autorizado na Suécia no fim dos anos 50. Em 1971, Margit Sahlin foi a primeira mulher a se tornar pároca. Desde então, houve muitos bispados "rosa", incluindo o de Estocolmo, entregue há 10 anos a Caroline Krook, agora prestes a se aposentar. Mas a eleição de Eva Brunne, com o seu "lesbo-pride", teve um efeito devastador, revelando uma ambiguidade que atravessa toda a Igreja. Entre os noviços, o número de mulheres já superou os de homens (588 contra 331 na última década), porém, ainda há muitas discriminações. O observatório para a igualdade de oportunidades do governo descobriu que as pastoras ganham cerca de 400 euros menos do que os seus colegas homens e que existe um "teto de vidro" na alta hierarquia: dentre 14 bispos, 12 são homens. "Desde que o parlamento sueco mudou a lei sobre o casamento e depois sobre os filhos dos casais homossexuais, há um 'gay baby-boom'. A Igreja não pode se permitir negar os sacramentos a essas famílias", defende Lars Gardfeldt, pastor de Goteborg, que há anos se ocupa da homofobia e da religião, convive com um outro pastor e é pai de dois gêmeos. Porém, enquanto isso, chegaram mensagens agressivas na página eletrônica da diocese de Estocolmo. "A nova bispa é muito pia, sábia e atenta aos mais fracos", escreve Kelvin, da região de Flemingsberg, ex-paróquia di Eva Brunne. "É uma pastora que sabe cuidar do seu rebanho. Infelizmente, isso não conta para quem enche a boca de raiva indignada. Rezemos por Eva e pela diocese de Estocolmo que fez uma escolha justa e corajosa". ---------------------------------------------------------------------------------------------------------

Adiado julgamento da Chacina da Baixada

________________________________________ Adiado julgamento da Chacina da Baixada No ultimo dia 29 de junho deveria ocorrer o julgamento dos últimos três acusados da Chacina da Baixada, que no dia 31 de março que vitimou 29 pessoas em Nova Iguaçu e Queimados. O novo julgamento foi remarcado para o dia 14 de setembro. Os últimos acusados de participação na Chacina que restam a serem julgados, Júlio César Amaral de Paula, Marcos Siqueira Costa - que responderão por homicídio, encontram-se presos no Batalhão Especial Prisional (BEP). Ivonei de Souza, acusado por formação de quadrilha, encontra-se em liberdade aguardando o julgamento. Segundo a Rede contra Violência, “os familiares das vítimas da chacina estão preocupados com o adiamento, já que isso dá tempo para os advogados dos policiais manobrarem, inclusive para conseguir a libertação dos réus, como já vem acontecendo em diversos outros casos de crimes cometidos por agentes do Estado no Rio de Janeiro”. O Centro de Direitos Humanos Dom Adriano Hipólito, da Diocese de Nova Iguaçu, divulgou nota reafirmando importância do acompanhamento da sociedade no caso. Importância reafirmada por Adriano Dias - membro da ComCausa que acompanha o caso desde o episodio- no programa Comunicando ComCausa, da rádio Baixada Fluminense: “è notório que a impunidade é que leva a repetição das tragédias. Este crime foi, pela brutalidade, pela motivação torpe, não somente um atentado as vidas das vitimas e de seus familiares, foi um atentado contra toda a sociedade, contra o Estado de Direito”. O adiamento foi pedido por um dos advogados dos réus, sob alegação de que outro advogado está com problemas de saúde. O julgamento foi remarcado para o dia 14 de setembro. Saiba mais sobre a chacina da Baixada, sobre o Reage Baixada e as manifestações de dois, três e quatro anos do episódio. - Igor Fernandez Veja mais em www.comcausa.org.br/chacinadabaixada ou www.comcausa.org.br/casosacompanhados | Opine sobre este assunto.

Mais um gay assassinado.

De: Amauri Ferreira [mailto:amauri_ ferreira2@ hotmail.com] Enviada em: terça-feira, 7 de julho de 2009 10:11 Para: Luiz Roberto B.Mott; Marcelo Cerqueira GGB; Cláudio Almeida GGB Assunto: Mais um homossexual assassinado em Pernambuco. Edson Gabriel de Souza , 42 anos completados no domingo, dia 05/07/09, foi assassinado barbaramente com 5 disparos de arma de fogo , pelas costas, que o atingiram 3 balas na região lombar e 2 na cabeça , na manhã desta segunda-feira, dia 06/07. O crime ocorreu na rua São Pedro no bairro de Santo Aleixo no município de Jaboatão dos Guararapes(RMR) e a PM Pernambucana, apurou, ouvindo testemunhas, que a tragédia havia sido cometida pelo amante da vítima, após séria discussão em que envolvia o nome de uma mulher, supostamente namorda ou amante do macho matador. A matéria sobre este crime que não foi registrado pela imprensa escrita, está no site policial do Cardinot www.cardinot. com.br e em áudio, pois foi registrado no programa de rádio 102 FM do apresentado

domingo, 5 de julho de 2009

Mv BILL

O Rapp Mv Bill adere a luta contra a homofobia

MV BILL defende a campanha contra a homofobia Terça-feira, 10 de Março de 2009 A FAVELA TAMBÉM É GAY “A favela brasileira também é gay”, afirma Danillo Bittencourt, presidente da Central Única de Favelas (CUFA), organização civil sem fins lucrativos, que busca promover a integração e a inclusão social das comunidades da periferia. Gay e militante político, Danillo tem levantado a bandeira da diversidade sexual à organização, desde que assumiu o posto, em outubro do ano passado. Nos últimos meses, vários foram os passos concretos tomados nessa direção: a CUFA se tornou parceira da campanha Não Homofobia, anunciou a realização de um censo gay nas favelas e vem debatendo, através de um fórum na Internet, a criação de um grupo de rap formado exclusivamente por homossexuais – o Gangsta G. “Aderir à campanha Não Homofobia é assumir um compromisso com a diversidade que, também, existe dentro das favelas. Com esse apoio estamos voltando nosso olhar para a diversidade. Assim como há negros em favelas, há brancos, há mulheres e há homossexuais”, explica Danillo. O presidente da CUFA justifica em números a adesão da organização ao Projeto de Lei da Câmara 122/2006, que torna crime a homofobia: segundo dados do Grupo Gay da Bahia, somente em 2006, 88 homossexuais foram assassinados no país, sendo 61% gays, 37% travestis e 2% lésbicas. “Isso coloca o Brasil entre os campeões mundiais de crimes gerados pela homofobia. Ter lei para criminalizar algo é informar que somos homofóbicos, que precisamos de uma opção jurídica para nos defender”, destaca. O rapper MV Bill, um dos fundadores da CUFA, também se somou à campanha, aderindo ao abaixo-assinado na Internet. No texto que publicou no site declarando seu apoio, o rapper chamou atenção para o fato de que as pessoas têm grande dificuldade em aceitar a homossexualidade e destacou que o preconceito pode ser multiplicado dependendo da realidade social do indivíduo: “Piora se for preto, aumenta se for pobre e isola se for da favela”, assevera. Reconhecendo haver contradições no interior da própria cultura hip hop, que se apresenta como a principal forma de expressão da CUFA, MV Bill ressaltou que o movimento “luta contra o preconceito, mas escorrega ao lidar com a homossexualidade e a questão de gênero”. Assuntos que, por sua vez, serão abordados no documentário sobre minorias vítimas de preconceito, que o rapper está atualmente finalizando. No filme, serão exibidas imagens gravadas durante a 13ª Parada do Orgulho LGBT do Rio de Janeiro, realizada em outubro de 2008 em Copacabana. Para Danillo, a escolha de seu nome para a presidência nacional da organização já foi, em si, um grande passo: “Acredito que, a partir daí, novos olhares se voltarão para o movimento e começaremos a pensar, no seio de nós mesmos, que existem pessoas com orientações diferentes das nossas ou da publicizada como ‘norma’ pela sociedade”. É também o presidente da organização quem revela os planos do produtor Celso Athayde, outro fundador da CUFA, de lançar um grupo de rap homossexual. O Gangsta G, que acabou se tornando alvo de debate em um fórum na Internet, dividindo opiniões: enquanto alguns se mostram simpáticos à proposta, outros a rejeitam enfaticamente, indicando a existência de uma cultura fortemente machista e homofóbica. Celso Athayde, no entanto, acredita que esta é uma boa oportunidade para o hip hop, que está comprometido com a luta por igualdade e com o fim dos preconceitos, exercer seu papel: “Eu não tenho medo de ser criticado. Medo eu tenho de um dia perder a coragem de ser um realizador e passar para o lado dos críticos depressivos, isso assim, seria o meu fim” desabafa o produtor, em entrevista ao site da União Nacional dos Estudantes (UNE). Nos Estados Unidos, cenário que aparentemente serviu de inspiração para a criação do Gangsta G, a banda de hip hop Rainbow Flava, de São Francisco, já mostrou que homossexualidade também pode rimar com rap. O grupo, criado em 1998, esteve nas paradas de sucesso no país e abriu caminho para um movimento mais amplo, batizado de “Homo Hop”, que busca conciliar hip hop e diversidade sexual. Uma das precursoras desse movimento, a organização internacional Phat Family hoje se dedica a produzir músicas e a promover eventos nos quais se apresentam rappers LGBT, tanto nos EUA como na Europa. Mas enquanto o Gangsta G é, no Brasil, um projeto ainda de longo prazo, a CUFA está se mobilizando para, este ano, mapear a homossexualidade nas favelas de algumas das principais capitais do país, como Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador e Brasília. Será a primeira pesquisa realizada no Brasil com o intuito de identificar quantos são e como vivem os gays na periferia dessas cidades. Com a sondagem, a organização pretende observar como estão organizados os/as homossexuais nas favelas e quais os tipos de preconceitos aos quais estão submetidos. Os questionários já estão sendo elaborados por sociólogos e outros profissionais. Para Danillo, as informações obtidas através da pesquisa serão valiosas, pois poderão ajudar na elaboração de políticas públicas. “Enxergar a realidade dos e das homossexuais nas favelas brasileiras é o primeiro passo para mudanças”, afirma, acrescentando que “enquanto existirem cidadãos cujos direitos fundamentais não sejam respeitados em razão de discriminação por orientação sexual, raça, etnia, idade, credo religioso ou opinião política, não se poderá afirmar que a sociedade brasileira seja justa, igualitária, democrática e tolerante. Estamos construindo uma cultura de paz nas favelas de um Brasil que também é gay!”. Em 2007, uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indagou aos entrevistados “Qual a sua relação com a pessoa responsável pelo domicílio?”. Mesmo a questão sendo considerada pouco objetiva por organizações que defendem os direitos LGBT, a sondagem, realizada apenas em municípios de até 170 mil habitantes, apontou haver cerca de 17 mil casais formados por pessoas do mesmo sexo, vivendo sob o mesmo teto. A enquête apontou que 0,02% dos homens forma par com outros homens, cifra que somou 0,01% entre as mulheres, segundo dados divulgados pelo jornal Correio Braziliense, em 28/12/2008.

Musica do Rapper MV BILL

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HARI BABA

Tribunal na Índia derruba lei que proíbe sexo entre homossexuais A Alta Corte da capital da Índia, Nova Déli, decidiu que as relações sexuais consentidas entre adultos do mesmo sexo devem deixar de ser crime no país. A corte considerou a lei discriminatória e uma "violação dos direitos fundamentais" . A decisão reverte uma lei de 148 anos que havia sido herdada do tempo em que o país era uma colônia britânica e que qualificava sexo entre indivíduos do mesmo gênero como "um atentado contra a natureza". Relações sexuais entre gays eram passíveis de multa ou uma punição de até dez anos de cadeia. O correspondente da BBC na Índia, Soutik Biswas, disse, contudo, que a decisão judicial poderá ser contestada pois os valores sociais conservadores ainda são fortes no país. Discurso Gays estão sujeitos a ser discriminados e perseguidos diariamente na Índia. E a descriminação pode abrir caminho para uma mudança de discurso em um país onde sexo, de maneira geral, é assunto delicado. Segundo Biswas, até falar sobre o assunto pode ser um tabu. Defensores dos direitos dos gays em todo o país saudaram a decisão do tribunal em Déli e disseram que este é o "Stonewall da Índia", em uma referência a uma rebelião provocada por uma batida policial em 1969, no bar gay Stonewall, em Greenwich Village, Nova York, que marcou o lançamento do movimento pelos direitos dos homossexuais nos Estados Unidos e no mundo. "Eu acredito que o que vai acontecer agora é que poderemos reclamar muito dos direitos fundamentais e civis que nos foram negados", disse à BBC o advogado e ativista Aditya Bandopadhyay, acrescentando que a decisão restora a sua "fé no Judiciário". Outro ativista destacado, Ashok Row Kavi, editor da primeira revista para gays do país, elogiou a decisão judicial mas disse que o preconceito contra homossexuais vai continuar. "O estigma social vai persistir. É uma longa batalha. Mas a decisão vai ajudar na prevenção da propagação do vírus HIV (que causa a Aids). Agora homens gays podem ir ao médico e falar sobre os problemas deles. Vai ajudar a impedir intimidação em delegacias." Igreja Mas a reversão da antiga lei incomodou outros grupos. Segundo o correspondente da BBC em Nova Déli Chris Morris, líderes religiosos hindus, muçulmanos e cristãos se disseram contra a legalização do sexo entre homossexuais. Em 2004, o governo da Índia se opôs a uma petição legal que buscou legalizar o homossexualismo, mas o documento foi rejeitado pelo tribunal de Déli. Grupos de direitos de cidadãos e a Organização Nacional para o Controle da Aids (Naco, um órgão do governo da Índia) exigiram que o homossexualismo fosse legalizado. Estima-se que mais de 8% dos homens homossexuais na Índia sejam portadores do vírus HIV, em comparação a menos de 1% na população do país. "Fuck you very very much!" ~ recado da cantora Lilly Allen aos homofóbicos em geral (http://www.youtube. com/watch? v=Q--u33LmI3Y)

Organização de direita e católica ataca os homossexuais

Opus Dei ataca homossexuais e os jornais dizem amém Por Leandro Colling em 23/6/2009 No dia 1º de junho, os jornais A Tarde, O Globo, Estado de S. Paulo e Gazeta do Povo publicaram um texto do jornalista e professor Carlos Alberto Di Franco que ataca as políticas públicas para o combate à homofobia no Brasil. Imediatamente, redigi e enviei para os mesmos jornais um texto para rebater Di Franco. Apenas o Estadão publicou o texto, na sua página na internet. A Gazeta informou que preferiu publicar um texto de Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais. Os demais nada informaram. Ironicamente, Di Franco diz que se o Conselho Federal de Jornalismo tivesse sido criado, ele "certamente" não poderia publicar o seu artigo. Este caso mostra, mais uma vez, que quem não pode publicar os seus artigos são aqueles que contrariam os textos publicados nos jornais brasileiros. Por isso, resolvi enviar o meu texto para este Observatório, depois de esperar 20 dias pela sua publicação nos jornais. Outra informação relevante é a de que Di Franco, como representanteno Brasil da Universidade de Navarra, presta ou prestou assessoria a vários jornais brasileiros, inclusive para aqueles que publicaram seu texto claramente homofóbico (ver http://www.consultoradifranco.com/index.php?page=carlos-alberto-di-franco). A revista Época informa que ele já treinou mais de 200 editores brasileiros. Talvez por isso não devamos estranhar a qualidade de nossos periódicos na atualidade. Também fico a imaginar o que esse professorde ética está ensinando aos seus alunos. Seria ele mais ético se assinasse seus textos como representante da Opus Dei no Brasil. Mas como ele disse, em entrevista para Época, isso não acrescentaria nada aos seus textos. Eis meu texto, seguido do de Di Franco, o virgem celibatário que usa cilício duas horas por dia (ver http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT1106784-1664-9,00.html). De quem é a intolerância? O artigo publicado em vários jornais (A Tarde, O Globo, Estado de S. Paulo e Gazeta do Povo – ler abaixo), no último dia 1º de junho, com o título "Totalitarismo e intolerância", do jornalista e professor Carlos Alberto Di Franco, é recheado de contradições e fruto de um pensamento conservador, disciplinador (no pior sentido), totalitário e intolerante. O autor, para tentar persuadir o leitor, tenta ligar duas questões distintas para reforçar o preconceito contra a comunidade LGBTT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transgêneros) e, de uma forma mais geral, contra a discussão da sexualidade nas escolas. O texto poderia ser desconstruído de várias maneiras, mas, em função do espaço, vou eleger apenas algumas. Franco tenta sustentar o argumento de que estamos vivendo "uma onda de intolerância" porque "discriminados assumem a bandeira da discriminação". Isso porque o governo federal deseja que a temática LGBTT seja incluída nos livros didáticos e que os professores sejam capacitados para combater a homofobia nas escolas. O que é um avanço no combate à intolerância, capaz até de diminuir um alto índice de suicídios entre os jovens, motivados pela homofobia no ambiente escolar, Di Franco chama de "espasmo de totalitarismo", pois o governo estaria fazendo um "proselitismo de uma opção de vida" e que a escola, via materiais didáticos, não deveria "formatar a cabeça dos brasileiros". Orientação compulsória Ora, em primeiro lugar, quem deseja formatar (ou manter formatada) a cabeça das pessoas é Di Franco. Pregar o respeito à diversidade sexual não é um "proselitismo de opção de vida", mas a defesa do respeito à diferença. E ser LGBTT não é uma opção, pelo menos não no sentido de que é plenamente possível o indivíduo optar por determinada orientação sexual ao seu bel prazer. Todos nós, inclusive os heterossexuais, possuímos uma orientação sexual (que pode ser também uma que transite entre as várias possíveis), adquirida ao longo dos nossos processos de formação de nossas identidades, o que é realizado, em boa medida, de forma inconsciente. A sociedade impõe, exige, apenas uma orientação, ou seja, quer que todos sigam a heterossexualidade, por isso ela mesma também não é uma opção, pois é compulsória. No entanto, centenas de pessoas acabam por não se adequar nessa heteronormatividade e sofrem sérias conseqüências. E é por causa delas que o governo, muito tardiamente, começa a criar políticas públicas para combater o preconceito. Filiações ideológicas e religiosas Di Franco diz que o governo deve combater os "abusos da homofobia", mas "não pode impor um modelo de família que não bate com as raízes culturais do Brasil e sequer está em sintonia com o sentir da imensa maioria da população". Eu gostaria de saber o que ele entende por abusos de homofobia. Pode discriminar, desde que não mate? Esse seria o único abuso a ser combatido? O modelo de família que temos no Brasil e no mundo também é uma imposição, construída por um regime de poderque Di Franco representa muito bem. Regime esse que não consegue conviver com o diferente. Ironicamente, esse regime se revela também como uma construção cultural exatamente nesses momentos, pois o texto de Di Franco mostra como a heternormatividade precisa ser diariamente reforçada para continuar sendo a norma preponderante, que tenta, a qualquer custo, aniquilar o diferente através da coerção e da manutenção da hierarquia de uma norma sobre os outros. Por fim, ainda é preciso tratar sobre o outro exemplo do texto de Di Franco, a polêmica questão do livro, adotado pelo governo de São Paulo, que conteria palavrões. Não conheço o livro, que realmente pode ser inadequado para a faixa etária proposta. No entanto, até quando a escola continuará sem discutir profundamente a sexualidade? Por mais que o poder conservador e disciplinador tente o contrário, a sexualidade é tema recorrente nas conversas dos alunos e alunas. Se o professor não fala, os estudantes falam, e muito, e inclusive praticam, cada vez mais cedo e com mais intensidade. Tudo isso sem a devida orientação, tanto para heterossexuais ou não. E assim vemos aumentar o índice de doenças sexualmente transmissíveis entre os adolescentes. Ou Di Franco seria um defensor do sexo somente depois do casamento e apenas com fins procriativos? Não duvidaria nem um pouco dessas possibilidades, dadas as suas filiações ideológicas e religiosas conhecidas (ser membro da Opus Dei, por exemplo), novamente evidenciadas em um dos seus textos. *** Carlos Alberto Di Franco Totalitarismo e intolerância Reproduzido do jornal O Estado de S. Paulo, 01/06/09 Dois episódios recentes, em Brasília e São Paulo, desnudam a visão totalitária e a intolerância ideológica que dominam estratégias de longo alcance na formação das novas gerações. Comecemos por Brasília. O governo quer que sejam incluídos nos livros didáticos a temática de famílias compostas por lésbicas, gays, travestis e transexuais. Ainda na área da educação, recomenda cursos de capacitação paraevitar a homofobia nas escolas e pesquisas sobre comportamento de professores e alunos em relação ao tema. Essas são algumas das medidas que integram o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais), documento firmado por representantes de 18 ministérios do governo Lula. "É um marco na busca da garantia dos direitos e cidadania", afirmou o secretários de Direitos Humanos, Paulo Vanucchi, durante o lançamento do plano. Vamos, caro leitor, a São Paulo. A Secretaria Estadual da Educação distribuiu em escolas um livro com conteúdo sexual e palavrões, para ser usado como material de apoio por alunos da terceira série do ensino fundamental (faixa etária de 9 anos). O livro ("Dez na Área, Um na Banheira e Ninguém no Gol") é recheado com expressões como "chupa a rola" e "chupava ela todinha". São 11 histórias em quadrinhos, feitas por diferentes artistas, que abordam temas relacionados a futebol – algumas usam também a conotação sexual. Novos dogmas e tabus O governo de São Paulo afirmou que houve "falha" na escolha, pois o material é "inadequado para alunos desta idade". Ótimo. Reconhecer o erro é importante. Mas, aparentemente, o governo entende que o conteúdo seria adequado para alunos de outra faixa etária. Lamentável! É assim que se pretende melhorar a qualidade de ensino? São Paulo que foi capaz de produzir uma USP assiste hoje à demissão do dever de educar. A pedagogia do palavrão e a metodologia da obscenidade estão ocupando o lugar da educação de qualidade. Espero, sinceramente, que o episódio seja pontual e que o governador José Serra, homem de sólida formação acadêmica, e seu secretário da Educação, o ex-ministro Paulo Renato, tomem providências definitivas. Na verdade, amigo leitor, uma onda de intolerância avança sobre a sociedade. Discriminados assumem a bandeira da discriminação. O tema da sexualidade passou a gerar novos dogmas e novos tabus. Absoluta liberdade E os governos, num espasmo de totalitarismo, querem impor à sociedade um modo único de pensar, de ver e de sentir. Uma coisa é o combate à discriminação, urgente e necessário. Outra, totalmente diferente, é o proselitismo de uma opção de vida. Não cabe ao governo, com manuais, cartilhas e material didático, formatar a cabeça dos brasileiros. Tal estratégia tem nome: totalitarismo. O governo deve impedir os abusos da homofobia, mas não pode impor um modelo de família que não bate com as raízes culturais do Brasil e sequer está em sintonia com o sentir da imensa maioria da população. Se tivessem aprovado o Conselho Federal de Jornalismo, uma frustrada tentativa de garrotear a liberdade de imprensa e de expressão, eu, certamente, não publicaria este artigo. Não conseguiram. Felizmente. Escrevo com absoluta liberdade. E outros, que de mim discordem, podem defender seus pontos de vista com a mesma liberdade. Virtudes e competências A intolerância atual é uma nova "ideologia", ou seja, uma cosmovisão – um conjunto global de ideias fechado em si mesmo –, que pretende ser a "única verdade", racional, a única digna de ser levada em consideração na cultura, na política, na legislação, na educação, etc. Tal como as políticas nascidas das ideologias totalitárias, a atual intolerância execra – sem dar audiência ao adversário nem manter respeito por ele – os pensamentos que divergem dos seus "dogmas", e não hesita em mobilizar a "inquisição" de certos setores, para achincalhar – sem o menor respeito pelo diálogo – as ideias ou posições que se opõem ao seu dogmatismo. Aborrece-me a intolerância dos "tolerantes". Incomoda-me o dogmatismo das falanges autoritárias. Respeito a divergência e convivo com o contraditório. Sem problema. Mas não duvido que é na família, na família tradicional, mais do que em qualquer outro quadro de convivência, o "lugar" onde podem ser cultivados os valores, as virtudes e as competências que constituem o melhor fundamento da educação para a cidadania.

Nova Iguaçu realiza Dia D Vacinação contra a gripe

A Secretaria Municipal de Saúde de Nova Iguaçu (Semus) vai fazer, neste sábado (13), uma grande mobilização para participar do Dia D de Vaci...